"Nossa você tem que assistir Shame!" "Nossa o nu frontal do Fassbender é es-pe-ta-cu-lar!" Essas são duas das diversas frases que eu eu ouvi e li antes de assistir o filme, e o que eu achei? - Chatíssimooo! Os atores estão excelentes mas, achei a abordagem do diretor Steve McQueen um pouco profunda demais na compulsão sexual de Brandon (Michael Fassbender) justamente pelo fato dos E.U.A vender sexo como água, sem nenhum pudor.
Pra quem ainda não assistiu o filme é mais ou menos assim: Brandon é a personificação da solidão. Sentimento esse que conseguimos enxergar no pobre até mesmo quando ele está sorrindo. Ele sofre de uma doença (a compulsão sexual) e é um escravo desse vício que o consome na mesma proporção de seu acervo pornográfico. O problema chega a tanto que entre uma ida ao banheiro e outra, o cara bate uma pra se aliviar, estanho né? Um belo dia, uma "bomba" cai sobre seu mundo de prazer (?) inesgotável: Sissy, sua irmã, vivida pela ótima Carey Mulligan. Sissy é tão depressiva e solitária como Brandon mas, a sua forma de encarar as coisas é bem paralela a do irmão: enquanto ele se afunda no poço distanciando-se de relacionamentos amorosos sérios (muito em parte por causa de seu problema), de afeto, beijinhos e abraços, ela busca justamente tudo isso que ele evita demonstrar. Brandon não chega a ser exatamente antissocial, mas também não é uma fábrica de sorrisos e isso faz do personagem, pelo menos discutível. Bom, não é preciso dizer que o conflito de sentimentos e angústias cria uma briga boa entre os irmãos e eu acho inclusive que esse é o ponto forte do filme. Não vou contar o final porque seria desagradável, portanto é necessário lembrar que mesmo tendo um forte apelo cult, o filme não escapa do clichê, do previsível.
Mas até que ponto a ficção atrapalha a realidade? No exato momento em que você começa a enxergar Brandon como um sociopata, um maníaco, um iceberg capaz de afundar dez Titanics quase sem colisão e claro, num certo ponto você começa a sentir "nojinho" daquilo tudo que é Michael Fassbender. O que confunde um pouco - pelo menos eu fiquei extremamente confuso - é essa insistência que os E.U.A tem em criminalizar o indivíduo que sofre de compulsão sexual. Não é nenhuma novidade essa "postura moral" do país, pois temos belos exemplos de casos tratados como escândalos como o caso "Tiger Woods e suas 300 amantes". Tudo bem que ele se declarou compulsivo por sexo para justificar a mulherada toda, mas, eu acho que foi aí que a coisa se tornou um escândalo. Se ele simplesmente tivesse admitido que tinha mesmo um monte de amantes e gostava daquilo, talvez isso teria atenuado um pouco a situação. Mas não no patamar esperado, pois estamos falando de Estados Unidos, onde a sociedade condena a compulsão sexual, onde aparecer sem calcinha em site de celebridades é um absurdo, onde é comum ouvir a propagação do sexo nas músicas e onde se concentra a maior indústria de pornografia do mundo. Então o que torna Brandon tão culpado de seu vício, tão criminoso? Eu acho que é uma coisa que ultrapassa a barreira do problema psicológico, é algo mais imoral, que afeta os bons costumes e o que é certo de fato. Talvez, essa seja a causa da tristeza e da solidão de Brandon que se trata como um ser humano desprezível - em uma das cenas, o cara chora enquanto está transando com duas prostitutas! - e depois, o caldo entorna quando a "bomba" Sissy, resolve mostrar o seu poder bélico. Faltou ao filme abordar o lado psicológico do problema, pois Brandon sabe que é doente, que sua obsessão por sexo é excessiva mas em momento nenhum a sua auto-condenação beira o fato da compulsão ser um problema que pode ser tratado. É preferível criminalizar, mostrar que é feio e que alguém da sua família vai fazer uma loucura pra abrir os seus olhos e mostrar que você é um erro. Essa criminalização faz de "Shame" um filme chato e que ao invés de mostrar uma doença, mostra a compulsão sexual como um crime.
Em tempo: O nu frontal do Fassbender é mesmo es-pe-ta-cu-lar! Vale a pena!
Beijos
Fer
13.5.12
29.4.12
Faxinas
Como é bom voltar! É bom retomar as rédeas da nossa vida e é bom retomar os hobbies. Gente, eu sei que sumi! Mas vocês entenderão, agora com o que eu vou lhes explicar.
Foram tempos muito difíceis, tempos de insegurança, de tristeza, de dores e de muita confusão. Tempos de incerteza, de traumas, de hospital - sim, acabei indo parar em um - e confesso a vocês que tudo isso depois que passa, se transforma num aprendizado glorioso. Foi como fazer uma viagem insólita, expulsando meus tormentos e ir longe, muito longe, pra algum mundo irreal, um mundo cinza sem expectativas e depois, reencontrar a alegria, o equilíbrio e a tranquilidade. Algumas vezes, eu cheguei a olhar para a TV, ver as pessoas se divertindo e me perguntar: "Por que eu não consigo mais ser assim?" "O que está acontecendo comigo?" São perguntas e mais perguntas, para as quais não existem respostas, ou melhor, não existiriam, se para todo mal, não houvesse uma cura. Eu busquei a minha cura em médicos, remédios, terapias, conversas e não encontrei, então resolvi buscar a cura na fé, em Deus, e hoje, posso dizer que a encontrei. Encontrei a cura, reencontrei o equilíbrio e aos poucos estou recobrando a minha criatividade e o meu ânimo. Estou bem, confiante e digo que renasci. Já terminei as minhas faxinas, no local mais importante de um ser-humano: o seu interior! Sou uma nova pessoa, que hoje tem um apego, que tem em si um Deus vivo de puro amor, que é capaz de transformar, de renovar e de nos abrir novas portas. Eu voltei, e o blog também! Sejam bem-vindos, mais uma vez.
Beijos,
Fer.
Foram tempos muito difíceis, tempos de insegurança, de tristeza, de dores e de muita confusão. Tempos de incerteza, de traumas, de hospital - sim, acabei indo parar em um - e confesso a vocês que tudo isso depois que passa, se transforma num aprendizado glorioso. Foi como fazer uma viagem insólita, expulsando meus tormentos e ir longe, muito longe, pra algum mundo irreal, um mundo cinza sem expectativas e depois, reencontrar a alegria, o equilíbrio e a tranquilidade. Algumas vezes, eu cheguei a olhar para a TV, ver as pessoas se divertindo e me perguntar: "Por que eu não consigo mais ser assim?" "O que está acontecendo comigo?" São perguntas e mais perguntas, para as quais não existem respostas, ou melhor, não existiriam, se para todo mal, não houvesse uma cura. Eu busquei a minha cura em médicos, remédios, terapias, conversas e não encontrei, então resolvi buscar a cura na fé, em Deus, e hoje, posso dizer que a encontrei. Encontrei a cura, reencontrei o equilíbrio e aos poucos estou recobrando a minha criatividade e o meu ânimo. Estou bem, confiante e digo que renasci. Já terminei as minhas faxinas, no local mais importante de um ser-humano: o seu interior! Sou uma nova pessoa, que hoje tem um apego, que tem em si um Deus vivo de puro amor, que é capaz de transformar, de renovar e de nos abrir novas portas. Eu voltei, e o blog também! Sejam bem-vindos, mais uma vez.
Beijos,
Fer.
21.3.12
Não é impossível! - Parte Dois
Primeiramente: Obrigado amigos blogueiros pelos votos de melhora! Vocês não sabem o quanto isso me faz bem.
Continuando:
Eu terminei a postagem anterior com uma pergunta. A primeira é essa: "O que deve ser feito além de procurar um médico e tomar medicamentos?"
Bom, mudança de ares. O meu médico me disse o seguinte: " Se você não está se sentindo bem onde está, deve mudar de ares. É nítido que o seu ambiente de trabalho está lhe fazendo mal, e nessa situação, lhe resta duas alternativas: Mudar de emprego, ou de posição no emprego. É óbvio que haverão algumas conseqüências, como por exemplo, dependendo da posição, você pode passar a ganhar menos por estar numa posição inferior, ou ganhar mais, por de repente conseguir uma posição melhor. Ou seja, tanto pra bom, quanto pra ruim, você deve estar preparado e ter maturidade para tal. Você toparia mudar de posição no seu emprego, ou de repente mudar de emprego? Ótimo! Mas primeiro descanse um pouco. Você precisa de um repouso absoluto para poder reorganizar as suas ideias, e se sentir forte o bastante para começar a encarar as coisas novamente"
Fiquei 7 dias em casa. Pareciam intermináveis. Crises e mais crises. Um medo absurdo que não me deixava nem comer. O corpo doía como nunca, e de uma maneira que me assustava. Por diversas vezes eu não enxergava nada com clareza em volta de mim. O motivo disso? O fato de que eu teria que voltar para o emprego depois que aqueles dias passassem. Na sexta-feira, tive um lampejo de lucidez e disse à minha mãe que gostaria de voltar ao meu cargo antigo no hotel. Pelo menos eu teria certeza que estaria com meus amigos e que o trabalho exigiria menos de mim. Pois bem, voltei para o hotel, para o serviço antigo. Resultado disso? Estou me sentindo bem, estou melhorando aos poucos. O que me ajudou bastante também, é a pesquisa. É importante sabermos do que se trata aquilo que temos, o porque de tanta coisa sem explicação. Além de me informar bastante sobre o meu problema através de artigos na internet, e em livros de psicologia, eu troquei alguns e-mails também a respeito do meu tratamento e dos problemas, com o nosso super Cesinha, do blog EFEMERINETIDADES, que esclareceu muitas das minhas dúvidas e foi mais que um ombro amigo, me ajudando e doando seu tempo e conhecimento para me ajudar. O que? Sou VIP nessa blogsville meus amores, estão pensando que é bagunça isso aqui?
Enfim, ainda sinto um pouco de desânimo, uma certa preguiça, pelo menos quando estou em casa. Percebi também que estou muito desatento, desligado mesmo. As vezes esqueço até de tomar o remédio na hora certa. Mas fazer o que, faz parte. O que sei é que está passando. Ainda está longe de acabar, pois é como a recuperação de um "AA": Um dia de cada vez.
Desculpem pela demora com essa 2ª parte, mas é como eu acabei de dizer. "Um dia de cada vez."
Amigos blogayros: Eu vou passar no blog de cada um de vocês agora para saber como estão e as novidades. E por aqui eu vou postando quando me sentir animado e com ideias boas, em caso contrário, vou continuar no molho me recuperando pra voltar com força total. Obrigado pelas palavras carinhosas, pelo incentivo e pela torcida, vocês são demais!
Beijos
Continuando:
Eu terminei a postagem anterior com uma pergunta. A primeira é essa: "O que deve ser feito além de procurar um médico e tomar medicamentos?"
Bom, mudança de ares. O meu médico me disse o seguinte: " Se você não está se sentindo bem onde está, deve mudar de ares. É nítido que o seu ambiente de trabalho está lhe fazendo mal, e nessa situação, lhe resta duas alternativas: Mudar de emprego, ou de posição no emprego. É óbvio que haverão algumas conseqüências, como por exemplo, dependendo da posição, você pode passar a ganhar menos por estar numa posição inferior, ou ganhar mais, por de repente conseguir uma posição melhor. Ou seja, tanto pra bom, quanto pra ruim, você deve estar preparado e ter maturidade para tal. Você toparia mudar de posição no seu emprego, ou de repente mudar de emprego? Ótimo! Mas primeiro descanse um pouco. Você precisa de um repouso absoluto para poder reorganizar as suas ideias, e se sentir forte o bastante para começar a encarar as coisas novamente"
Fiquei 7 dias em casa. Pareciam intermináveis. Crises e mais crises. Um medo absurdo que não me deixava nem comer. O corpo doía como nunca, e de uma maneira que me assustava. Por diversas vezes eu não enxergava nada com clareza em volta de mim. O motivo disso? O fato de que eu teria que voltar para o emprego depois que aqueles dias passassem. Na sexta-feira, tive um lampejo de lucidez e disse à minha mãe que gostaria de voltar ao meu cargo antigo no hotel. Pelo menos eu teria certeza que estaria com meus amigos e que o trabalho exigiria menos de mim. Pois bem, voltei para o hotel, para o serviço antigo. Resultado disso? Estou me sentindo bem, estou melhorando aos poucos. O que me ajudou bastante também, é a pesquisa. É importante sabermos do que se trata aquilo que temos, o porque de tanta coisa sem explicação. Além de me informar bastante sobre o meu problema através de artigos na internet, e em livros de psicologia, eu troquei alguns e-mails também a respeito do meu tratamento e dos problemas, com o nosso super Cesinha, do blog EFEMERINETIDADES, que esclareceu muitas das minhas dúvidas e foi mais que um ombro amigo, me ajudando e doando seu tempo e conhecimento para me ajudar. O que? Sou VIP nessa blogsville meus amores, estão pensando que é bagunça isso aqui?
Enfim, ainda sinto um pouco de desânimo, uma certa preguiça, pelo menos quando estou em casa. Percebi também que estou muito desatento, desligado mesmo. As vezes esqueço até de tomar o remédio na hora certa. Mas fazer o que, faz parte. O que sei é que está passando. Ainda está longe de acabar, pois é como a recuperação de um "AA": Um dia de cada vez.
Desculpem pela demora com essa 2ª parte, mas é como eu acabei de dizer. "Um dia de cada vez."
Amigos blogayros: Eu vou passar no blog de cada um de vocês agora para saber como estão e as novidades. E por aqui eu vou postando quando me sentir animado e com ideias boas, em caso contrário, vou continuar no molho me recuperando pra voltar com força total. Obrigado pelas palavras carinhosas, pelo incentivo e pela torcida, vocês são demais!
Beijos
8.3.12
Não é impossível! - Parte Um
E aí amigos blogueiros, a quantas anda a blogsville? Fiquei um tempo sem postar, sem aparecer por aqui, mas todos sabem, uma vez que eu contei pra todo mundo, dos problemas que eu estou enfrentando. Como é bom dizer isso, "estou enfrentando os meus problemas". Há 15 dias, eu jamais me imaginaria escrevendo isso. Mas é normal, uma vez também que, segundo o meu médico, é a época em que os medicamentos começam a fazer efeito e sua cabeça passa a trabalhar a seu favor. A depressão - estado onde eu cheguei e me encontro no momento, em tratamento, claro - faz com você: te faz pensar mal de tudo, te faz acreditar que tudo dará errado, que tudo vai acontecer com você, te faz sofrer com crises que parecem te levar à loucura, te faz evitar novidades, te faz evitar coisas, te afasta de tudo que te faz bem e faz com que acreditemos que não há mais saída para os problemas que são normais na vida de uma pessoa. A vida tem disso, altos e baixos. Eu não posso dizer que estou num momento de "altos", mas posso afirmar que passei a enfrentar isso. A parte boa - se é que assim que posso chamar -, é que eu passei a entender a força dos pensamentos, e o quanto a sua cabeça, que é a responsável pelo seu bem-estar e sua maior aliada para te manter em pé, também pode ser sua maior inimiga e te jogar em abismos profundos, sem nenhuma esperança, sem nenhuma luz e ao invés de te manter em pé, a cabeça faz deitar na cama, se enrolar no cobertor, tremer de medo e te fazer dizer: " Eu não quero mais sair de casa, eu tenho medo do mundo... eu tenho medo de tudo." Foi praticamente isso que aconteceu comigo há duas semanas, quando eu toquei com as mãos o fundo do poço. Eu sentia um desânimo tão grande, um medo tão grande, um pavor tão grande de tudo, que o único lugar o qual eu me sentia seguro, era a minha cama. Como eu disse na postagem anterior, eu passei o pior carnaval de todos. Em uma das noites, eu cheguei a caminhar por entre as pessoas que estavam se divertindo, sem reconhecer ninguém, achando que ia enlouquecer e que nunca mais sairia dessa. Fiquei pálido, com os olhos no fundo, sem vontade de me alimentar e até perdi um pouco de peso. Simplesmente não tinha fome, não tinha vontade de comer nada, apenas de ficar deitado enxugando o suor frio que escorria pelo meu rosto e encharcava minhas roupas. Quando percebi o meu estado deplorável? Quando vi que minha mãe estava sofrendo com isso tudo. Eu a vi chorando e a ouvi dizendo: "Eu não aguento mais ver você assim, se eu tivesse como arrancar isso tudo de você!" Na terça-feira, dia 21 de fevereiro, o dia da grande crise, por volta das 20:00 hrs, minha mãe me deu um calmante, para que eu pudesse relaxar e dormir, coisa que eu também não estava conseguindo fazer. Na quarta-feira, procurei o médico e ele disse que, primeiramente, eu tinha que ficar longe do meu trabalho e que por uma constatação dele e minha também, aquilo estava me fazendo mal. O ambiente, as constantes reclamações de meus colegas insatisfeitos, incluindo as minhas, o corte repentino das minhas férias e a sensação de um buraco sugando lentamente o meu corpo toda vez que eu chegava para trabalhar, fizeram que o meu quadro de pânico, se transformasse em algo pior. Mas como diz o título desse post homecoming , não é impossível. Um lampejo de lucidez, foi o suficiente para me fazer perceber que eu estou com um problema e que eu não sou um problema. Porém o que deve ser feito além de procurar um médico e tomar medicamentos? Como começar a recuperação e se livrar do auto-rehab para perceber que aquilo tudo que a sua cabeça te faz pensar e que as vezes te derruba, na verdade é apenas um lugar incomum diferente da realidade? Eu conto isso na próxima postagem.
Beijos,
Até amanhã.
Beijos,
Até amanhã.
22.2.12
Olha o bloco do transtorno de pânico aí!
Posso afirmar com todas as letras que esse Carnaval foi O PIOR que eu passei dos últimos anos. O meu transtorno de pânico piorou e eu via pouco a pouco, o meu otimismo e vontade de diversão escorrerem por entre os dedos. Fui na sexta, sábado, domingo, segunda-feira e, por mais que eu tentasse mostrar pras pessoas que eu estava bem, o meu psicológico não permitia minhas ideias boas fluirem. Só pensei besteira, o tempo todo e não consegui ver graça nada. Ontem, todo esse esforço que eu fiz de tentar melhorar, se voltou contra mim: tive uma crise tão terrível, mas tão terrível, que a minha mãe teve de me dopar com um calmante para que eu relaxasse e conseguisse dormir. Acordei hoje meio grogue, meio relaxado, mas não me sentia muito bem. Precisei voltar ao médico que, mais uma vez trocou os remédios e me exigiu um tratamento ferrenho. Bom, esse foi o meu Carnaval: quase sem cores, sem nenhuma graça e sem nenhum brilho. Apenas com a minha mente rebuscada por uma paranoia louca e quase interminável.
Beijos
Até amanhã.
Beijos
Até amanhã.
17.2.12
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